segunda-feira, 6 de setembro de 2010

falsas amizades

Sempre notei que as pessoas falsas são sóbrias, e a grande moderação à mesa geralmente anuncia costumes dissimulados e almas duplas.
é engraçado como as vezes nos enganamos feio achamos que as pessoas ao nosso redor são nossas amigas mas derrepente vemos que estamos enganados ,botamos todas as nossas espectativas em cima de pessoas que não aguenta nossos planos e acabam destruindo por inveja , falsidade por medo de nos ajudar a tentar . é cada um por sí e Deis por todos.
 um dia construir um castelo mas ai na primeiro oportunidade uma pessoa que fazia parte dele destruiu grande parte dele esse castelo era a minha amizade algo grande mas nem sempre estamos satisfeitos com a vidaa destruimos as coisas mais belas




Se eu pudesse escolher seria feliz por,
pelo menos, oito horas por dia.
Todos os dias.
Reservaria o tempo restante
para viver as pequenas agruras naturais.
Mas seriam leves.
Porque haveria a certeza de que a cada dia
eu teria a minha cota de felicidade.
Se eu pudesse escolher
reservaria algumas horas, todos os dias,
para fazer só o que pudesse
fazer os outros felizes.
Dedicação total.
Se eu pudesse escolher,
pararia qualquer coisa que estivesse fazendo
às cinco horas da tarde
e me sentaria para assistir ao pôr do sol.
Escolheria lugares especiais.
Procuraria não me repetir muito.
O horário do pôr do sol seria algo assim, sagrado.
O meu horário para observar a Deus.
Se eu pudesse escolher,
viveria entre o mar e as montanhas.
No meio do caminho.
Nem muito longe de um,
nem muito longe do outro.
Plantaria flores,
teria vasos na janela,
muitos livros na cabeceira da cama e à noite,
depois do trabalho - sim,
porque se eu pudesse escolher
trabalharia sempre, produziria sempre -
eu me sentaria para contemplar o céu,
as estrelas, a noite.
Se eu pudesse escolher, sorriria sempre.
Mas choraria também, às vezes,
para não esquecer o que a lágrima significa.
Viver só de sorrisos não é uma boa opção.
Se eu pudesse escolher,
faria uma declaração de amor todos os dias.
Só para sentir aquele sabor de ridículo
que nos enche alma e que é imprescindível à felicidade.
Se eu pudesse escolher,
plantaria sementes
e "perderia" horas vendo-as germinar
e lamentaria por aquelas que não conseguissem
se transformar em flor.
Se eu pudesse escolher,
viveria a vida de uma forma mais leve,
menos dolorosa, mais intensa, menos angustiante.
Nem sempre temos como opções
as escolhas que faríamos se pudéssemos escolher.
Mas há escolhas que nos são oferecidas sempre.
A de provocarmos sorrisos, de abraçarmos,
de dizermos que amamos para quem amamos
mesmo que eles não entendam o que é amor.
A possibilidade de transformarmos
dentro de nós o cenário e aprendermos que,
como não temos muitas escolhas,
precisamos viver quinze minutos de felicidade
com tanta intensidade que eles
possam ser transformados em horas,
dias, meses, no tempo que escolheríamos.
Se pudéssemos escolher.

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